USO DE CÂMERAS CORPORAIS NA ATIVIDADE POLICIAL E O PROCESSO PENAL
DOI:
https://doi.org/10.5281/zenodo.17335609Palabras clave:
Polícia, Câmera, Penal, Processo, CorporalResumen
Atualmente, as polícias brasileiras passam pela ausência de uma legislação federal específica e uniforme sobre o uso de câmeras corporais por agentes de segurança pública que tem gerado insegurança jurídica e dificuldades operacionais para as polícias brasileiras, resultando em práticas heterogêneas, falta de padronização dos procedimentos e comprometimento da eficácia das provas produzidas portanto, o uso de câmeras corporais, é um tema repleto de controvérsias, que carece de esclarecimentos. A principal intenção do presente artigo, é trazer ideias para o debate do tema, bem como os bônus e ônus da utilização da referida tecnologia, e a busca de soluções para que aumente a confiabilidade e aceitação das forças de segurança pública em relação ao uso de câmeras corporais, e, sugerir parâmetros normativos e boas práticas para o uso legítimo e eficaz das câmeras corporais. A pesquisa será de natureza qualitativa, com enfoque exploratório e explicativo, e o trabalho será embasado em análises jurídicas de casos reais e estudos de doutrinadores sobre o tema. Por fim, espera-se demonstrar que a efetividade do uso de câmeras corporais depende da existência de diretrizes normativas claras e do respeito aos direitos fundamentais. A pesquisa pretende contribuir para o debate legislativo e acadêmico, oferecendo subsídios teóricos e práticos para uma regulamentação nacional que assegure a legitimidade da prova penal, o controle da atividade policial e a proteção dos direitos individuais, além de apontar as lacunas e riscos jurídicos da atual ausência de uniformidade normativa.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Categorías
Licencia
Derechos de autor 2025 João

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.